Olá queridos leitores, conforme prometido, aqui está o post com um resuminho do Rock in Rio…
Nossa aventura começa às 1:30 da manhã, horário que nosso ônibus partiu em direção à Cidade do Rock.
Aproximadamente 9 horas depois estávamos no Rio e após enfrentar a fila de entrada estávamos aos portões da “Cidade do Rock”, aliás, Cidade é a palavra perfeita para descrever o local do evento: grande, com uma estrutura incrível, e todos os detalhes arquitetônicos muito bem elaborados, do lado direito temos o placo Sunset e em nossa frente temos o Palco Mundo, gigante em todos os sentidos e direções e a tirolesa que fica bem de frete com ele, do lado direito do palco Sunset temos a Montanha Russa e para o nosso lado esquerdo temos a “Cidadezinha do Rock”, a Roda Gigante, dentre outras atrações…
Quando chegamos estava tudo muito tranquilo, mas com o entardecer mais e mais pessoas chegam e no começo do show do Motorhead já estava mais cheio…
Show muito bom, a galera se anima ao som do clássico “The Ace of Spades” e pós uma pausa começa uma das atrações mais esperadas do dia: Spliknot, que eu descreveria como Surpreendente. Antes mesmo do início do show já percebemos a mudança de clima, as luzes vermelhas, os sons psicodélicos tecem um clima “psicótico” no ar…
O show reserva ainda muitas surpresas, começando pelo baterista Shawn Crahan indo para o nosso lado do palco e interagindo conosco, mas os grandes momentos do show, pelo menos os mais comentados, sem dúvida foram quando o DJ Sid Wilson subiu na estrutura do palco e se jogou no público e quando a bateria de Shawn levantou do palco e ficou na vertical, em uma palavra: incrível!
Mas para nós ainda teve mais um momento no final do show quando Sid foi levado pelos seguranças para receber assistência médica e passou em frente à grade onde estávamos e conseguimos “pegar” nele (eu particularmente peguei em sua mão).
Termina o show e nesse ponto estávamos quase sendo sufocados ali: o público parece que se duplicou nesse momento para a grande expectativa da noite: Metallica!
Um tempo de pausa e de repente começa o famoso vídeo do filme “The good, the bad, the ugly” e após essa introdução começa Creeping Death o público vibra muito, depois seguem “From whom the Bell tools”, a famosa “Fuel” que começa com as labaredas gigantes dos dois lados do palco e literalmente “esquentam o show”, depois vem “Ride the lighting” seguida de “Fade to Black”, depois “Cyanide”, que em minha opinião é a melhor música do Death Magnetic, depois “All nightmare long”, também do Death. Mas o James Hietfiled consegue o que quer, ou seja, levar todos à loucura, quando inicia “Sad but true”, mais de 100.000 pessoas gritando numa só voz: “I’m your dream, make it real, I’m your eyes qhen you must steal, I’m your pain when you can’t feel, Sad but true…” (e nesse ponto o James também veio para o lado direito do palco onde estávamos, foi emocionante).
Depois do show ter pego fogo, começa Sanitarium e é seguida pela inesperada “Orion” que no final é dedicada à Cliff Burton que na terça-feira, 27/09, completou 25 anos de falecimento.
Após a instrumental, começa a música ápice de qualquer show do Metallica: “One”, com direito a todos os fogos de artifício possíveis, seguida dela começa “Master of Puppets”, “Blackened”, a baladinha “Nothing Else Matters” e a clássica “Enter Sandman” e nesse ponto todos achavam que o show estava terminado, quando, a banda volta e manda o seu glorioso Bis: “Am I evil”, Wiplash e a sagrada derradeira “Seek and Destroy” com direito às bolas pretas com o logo do Metallica rolando sobre o público e é visível a todos nesse ponto a empolgação da banda por estar tocando ali, percebemos que não somos somente nós que estamos honrados e completamente extasiados por poder prestigiá-los, mas eles também estão realmente adorando estar ali e o show parece não ter mais fim para nossa alegria! James nos agradece muito, diz que ama o Rio, agradece novamente várias vezes e em nossos corações gritamos a eles: “Somos nós que agradecemos!”
Após esse final magnífico a banda sai do palco, o show termina e por volta das 4h da manhã começam os famigerados fogos de artifício do Rock in Rio…
Longa caminhada até o ônibus para a volta para casa: estamos totalmente exaustos, cansados, doloridos, mas com o coração feliz por ter feito parte daquele dia, por ter tido a chance de estar ali, por ter curtido aqueles momentos, que apesar de todas as adversidades foi perfeito!
E para não cansá-los, no próximo post coloco algumas fotos do dia 25/09/2011.
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